sexta-feira, 27 de março de 2026

Dia Mundial da Adesão - 40% dos doentes em Portugal não cumprem a medicação de forma consistente

 

Dia Mundial da Adesão


40% dos doentes em Portugal não cumprem a medicação de forma consistente


     Cerca de 35% dos inquiridos não fala com o médico/farmacêutico sobre o não cumprimento da medicação, revela um inquérito nacional;

Quase metade dos doentes considera não ter literacia em saúde suficiente para compreender a sua própria doença.

Um em cada três doentes que falha a toma da sua medicação omite esta informação ao seu médico.

 Não por vergonha ou por medo, mas, na maioria dos casos, por não acharem relevante (57,5%). 

É este o retrato que emerge do estudo ‘Adesão à Terapêutica na Doença Crónica 

- A Visão dos Doentes’.

O inquérito, realizado pela Spirituc com o apoio da Servier Portugal a propósito do Dia Mundial da Adesão, que se assinala hoje, e em parceria com a Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH), Sociedade Portuguesa de Aterosclerose (SPA) e Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), ilustra ainda um paradoxo: dois em cada três doentes afirmam que o seu médico pergunta sempre se estão a cumprir a medicação. 

A resposta, porém, parece nem sempre ser verdadeira ou completa.

No caso destas duas patologias, as mais prevalentes segundo o inquérito, 53,3% dos inquiridos referem colesterol elevado, 43,7% hipertensão arterial e cerca de 26% ambas em simultâneo

 — Hipertensão e Dislipidemia são duas das doenças crónicas mais prevalentes e com maior impacto cardiovascular. Neste contexto, os dados indicam que uma elevada percentagem destes doentes está medicada: 91,2% e 73,1% dos doentes, respetivamente, indicam estar em tratamento. 

Mas entre os doentes que não fazem medicação, cerca de sete em cada dez afirmam não ter qualquer receio de que a sua doença se descontrole ou agrave. 

Por se tratarem de doenças silenciosas, muitos doentes acabam por subestimar um risco que se vai acumulando ao longo do tempo.

Os dados revelam também que, em teoria, a adesão à terapêutica é amplamente valorizada pelos doentes (59,7% estão altamente conscientes), embora essa valorização nem sempre se traduza numa aplicação consistente no dia a dia. Cerca de 40% dos doentes não tomam a medicação tal como indicado pelo médico, num dado que reforça necessidade de soluções que promovam a continuidade e a rotina. 

Dos que nem sempre cumprem, o esquecimento é o principal motivo (94,8%).

Face aos dados do estudo realizado nos mesmos moldes no ano anterior, regista-se um crescimento na percentagem de doentes que não fazem medicação por se "sentirem bem" (32,9% face a 21,9%) e também um aumento da percentagem de indivíduos sem acompanhamento médico regular (20,5% face a 14,1%).

Os dados dão ainda conta que, quando questionados sobre o fator que mais dita o incumprimento da medicação, a principal causa apontada é a ausência de sintomas (33,2%), seguida da "gravidade percecionada" da doença (17,2%) e da posologia (15,8%).

Quase metade dos doentes inquiridos (46,4%) é classificado como "não literado" em saúde: ou seja, não possuem os conhecimentos nem as competências necessárias para compreender e aplicar no seu dia a dia a informação de que precisam para gerir a sua própria doença. 

Tal significa que parece existir um fosso entre a linguagem da medicina e a realidade de quem vive com ela. 

A este dado junta-se outro, igualmente revelador: mais de um em cada cinco inquiridos considera que as notícias e a comunicação sobre saúde nos meios de comunicação social são difíceis ou muito difíceis de compreender.

A esmagadora maioria dos inquiridos neste estudo (87,8%) toma medicação para a sua doença crónica e, destes, 55% dos inquiridos toma mais de dois medicamentos diferentes para as suas doenças crónicas, 18,5% tomam quatro ou mais medicamentos diferentes e 46,3% fazem medicação regular há mais de 5 anos.


Outros dados do estudo:

Cerca de metade dos inquiridos acredita que a "Não adesão" à terapêutica impacta diretamente no controlo da sua doença crónica, apesar de 40% não tomarem a medicação tal como indicado pelo médico;

Dos inquiridos que valorizam o cumprimento da medicação, nove em cada dez consideram que a não adesão leva ao “não controlo” de uma doença crónica e cerca de metade acreditam que a não adesão pode aumentar o número de internamentos ou idas a urgências.

Em Portugal, o Dia Mundial da Adesão e as atividades ligadas à celebração desta efeméride contam com o apoio da Associação Nacional das Farmácias, Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Portugal AVC, Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral, Sociedade Portuguesa de Aterosclerose, Sociedade Portuguesa de Cardiologia, Sociedade Portuguesa de Hipertensão, Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde, Sociedade Portuguesa de Medicina Interna e Servier Portugal.


Ficha técnica do estudo: 

No estudo foram envolvidos indivíduos residentes em território nacional, com idade igual ou superior a 35 anos, com diagnóstico de doença crónica. 

No final do estudo, obtiveram-se um total de 600 questionários completos e válidos. 

A esta amostra global corresponde uma margem de erro de 4,00% para um intervalo de confiança de 95%. 

A recolha de informação e trabalho de campo decorreu entre os dias 18 de Fevereiro e 09 de março de 2026.


Sobre a Servier Portugal


O início da atividade do Grupo Servier em Portugal remonta a 1964, mas foi em 1978 que a empresa se estabeleceu enquanto filial: nascia a Servier em Portugal. Atualmente com uma equipa de aproximadamente 150 colaboradores, a Servier Portugal dedica a sua atividade às áreas de Hipertensão, Dislipidemia, Doença Venosa Crónica, Doença Hemorroidária, Diabetes, Insuficiência Cardíaca, Depressão e Oncologia. 

Em específico na área de Oncologia com soluções terapêuticas para os Cancros Colorretal, Gástrico, Pancreático, Colangiocarcinoma e Leucemia Linfoblástica Aguda. 

Fundada para servir a saúde, somos uma empresa farmacêutica internacional e independente, governada por uma fundação sem fins lucrativos com sede em Suresnes, França. Estamos comprometidos com o progresso terapêutico para responder às necessidades dos doentes com a ajuda de profissionais de saúde.

 Estamos profundamente cientes das nossas responsabilidades para com os doentes, médicos e profissionais de saúde.

 Mais informação: www.servier.pt





quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Como ter um sono perfeito

 

Escolha a melhor posição para dormir


Ter um sono perfeito é mais do que simplesmente dormir muitas horas trata-se de qualidade, consistência e hábitos saudáveis. 


Aqui vão algumas estratégias respaldadas por especialistas para transformar suas noites:


🛏️ 1. Estabeleça uma rotina regular

Vá para a cama e acorde sempre no mesmo horário, inclusive aos fins de semana.

Isso regula o relógio biológico e facilita o sono profundo.

🌙 2. Crie um ambiente propício ao descanso

Mantenha o quarto escuro, silencioso e com temperatura agradável.

Invista em um colchão e travesseiros confortáveis.

📵 3. Desconecte-se antes de dormir

Evite telas (telemóvel, TV, computador) pelo menos 1 hora antes de deitar.

A luz azul inibe a produção de melatonina, o hormônio do sono

🧘 4. Relaxe corpo e mente

Técnicas como respiração profunda, meditação ou leitura leve ajudam a desacelerar.

Um banho morno também pode sinalizar ao corpo que é hora de dormir.

☕ 5. Cuidado com o que consome

Evite cafeína, álcool e refeições pesadas à noite.

Prefira chás calmantes como camomila ou erva-cidreira.

🏃 6. Mexa-se (mas na hora certa)

Exercícios físicos ajudam a dormir melhor, mas evite-os no fim do dia.

💤 7. Evite cochilos longos

Sestas acima de 30 minutos, especialmente à tarde, podem atrapalhar o sono noturno.

Se mesmo com essas dicas o sono continuar insatisfatório, pode ser útil procurar um especialista em medicina do sono.















quarta-feira, 1 de outubro de 2025

“Quando pergunto às pessoas se preferiam ter cancro ou demência, respondem ‘cancro’”

 

“Quando pergunto às pessoas se preferiam ter cancro ou demência, respondem ‘cancro’”


Essa frase foi dita pela neurocientista Luísa Lopes, da Fundação GIMM e da Faculdade de Medicina de Lisboa, numa entrevista recente à Visão. 


Ela reflete uma percepção comum e inquietante: muitas pessoas têm mais medo da perda de memória e da deterioração cognitiva do que da própria morte. 

O cancro, apesar de grave, é frequentemente associado a possibilidades de tratamento, luta e até cura. 

Já a demência é vista como uma erosão lenta da identidade, da autonomia e das relações.


Essa preferência não é apenas emocional


Ela também se relaciona com o estigma social e o impacto profundo que a demência tem na qualidade de vida. 


Estudos mostram que pacientes com demência muitas vezes recebem menos cuidados oncológicos quando têm também cancro, o que levanta questões éticas e médicas sobre como tratamos essas doenças em conjunto.

Curiosamente, há evidências científicas de uma relação inversa entre cancro e Alzheimer: pessoas com histórico de cancro têm menor probabilidade de desenvolver demência, e vice-versa. 

Isso tem intrigado pesquisadores e pode abrir caminhos para novas abordagens terapêuticas.


https://mega.nz/file/zQ9HRYaR#v0kb9ktWgrZOfSqHlEg3Z4jiPHvw83G2YVRo-cNkdJs











terça-feira, 4 de março de 2025

Porque é que estamos cada vez mais gordos ?


Hoje assinala-se o Dia Nacional de Luta contra a Obesidade


Estudos mostram que a obesidade é mais passível de preconceito e discriminação do que o género ou questões raciais, incluindo no local de trabalho, instituições educacionais, e até mesmo nos cuidados de saúde.

 Infelizmente, no caso da obesidade, esta atitude continua a ser socialmente aceitável e raramente é desafiada. 


Existem vários fatores que contribuem para o aumento da obesidade em muitas partes do mundo, incluindo Portugal:

  1. Dieta Moderna: Muitos alimentos processados são ricos em calorias, açúcares e gorduras, mas pobres em nutrientes. 

  2. O fácil acesso a junk food e fast food pode levar ao ganho de peso.

  3. Estilo de Vida Sedentário: Com o avanço da tecnologia, passamos mais tempo sentados, seja no trabalho, a ver televisão, ou a usar dispositivos eletrónicos.

  4.  Menos atividade física contribui para o aumento de peso.

  5. Aspectos Socioeconómicos: Em algumas regiões, alimentos mais saudáveis podem ser mais caros ou menos acessíveis. 

  6. Além disso, o stress e a falta de tempo podem levar a escolhas alimentares menos saudáveis.

  7. Genética e Biologia: Algumas pessoas têm uma predisposição genética para ganhar peso mais facilmente. 

  8. Fatores biológicos, como desequilíbrios hormonais, também podem influenciar o peso corporal.

  9. Marketing e Publicidade: A publicidade de alimentos pouco saudáveis, especialmente voltada para crianças, pode influenciar as escolhas alimentares e levar ao consumo excessivo de calorias.

  10. Mudanças Culturais: Em algumas culturas, houve uma mudança na percepção do que é uma dieta "normal".

  11.  Porções maiores e refeições mais calóricas tornaram-se comuns.

Esses são apenas alguns dos muitos fatores que contribuem para o aumento da obesidade. 

É um tema que envolve questões individuais, sociais, económicas e culturais.




sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Escassez de recursos humanos compromete acesso adequado ao medicamento no Serviço Nacional de Saúde

 

Escassez de recursos humanos compromete acesso adequado ao medicamento no Serviço Nacional de Saúde


Dados do Índex Nacional de Acesso ao Medicamento Hospitalar mostram que escassez de recursos afeta 80% das instituições do SNS;


Relatório foi apresentado no Fórum do Medicamento, onde também se discutiu a implementação do novo Regulamento Europeu de Avaliação das Tecnologias de Saúde;

Índex confirma ainda que a carga administrativa se agravou enquanto barreira de acesso ao medicamento e que ruturas continuam a ser vistas como um problema grave.

Quando se trata do circuito do medicamento, as instituições hospitalares do Serviço Nacional de Saúde (SNS) confirmam estarem dotadas de recursos humanos adequados, mas claramente insuficientes. 

Uma escassez que afeta, na esmagadora maioria dos casos (80%), o acesso adequado aos medicamentos por parte dos utentes.

 Os dados integram o Estudo Intercalar do “Índex Nacional de Acesso ao Medicamento” de 2024, apresentado na 16.ª edição do Fórum do Medicamento, uma iniciativa da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), com o apoio da AstraZeneca, e que, segundo Xavier Barreto, presidente da APAH, “evidenciam aquilo que vemos no terreno todos os dias: vários indicadores melhoram por ação das Unidades Locais de Saúde (ULS) e das suas farmácias hospitalares, mas a escassez de recursos humanos é um problema crescente e que coloca em risco os nossos resultados”.

“Pior: a escassez de recursos humanos, particularmente de Farmacêuticos, prejudica o acesso a serviços que poderiam fazer a diferença para os nossos doentes, como é o caso da consulta farmacêutica”, refere ainda o especialista. Consulta que, mostram os dados, já está implementada em 52% das instituições, mas tem na questão dos recursos humanos, segundo Xavier Barreto, um “fator limitante.

 É preciso formar e contratar mais farmacêuticos hospitalares, dando-lhes tarefas acrescidas em relação ao que fazem hoje”. 

Ainda no que diz respeito às barreiras de acesso ao medicamento, o Índex mostra que a maioria das instituições (86%) afirma que a carga administrativa é a grande barreira neste processo. 

Para o presidente da APAH, isso deve-se ao facto de “grande parte dos departamentos de compras ter sido assoberbado com o acrescento de trabalho resultante da integração das compras dos cuidados primários. Na maior parte dos casos, sem reforço de pessoal.

 Isso, como é natural, faz com que a carga administrativa seja ainda mais percecionada como um obstáculo”. 

O Índex mostra ainda que as ruturas de medicamentos continuam a ser vistas como um problema grave para 93,1% das instituições, o que confirma que há ainda mais a ser feito, como “prever consumos, negociar com maior antecedência acordos plurianuais com fornecedores, e garantir que o negócio é sustentável para todas as partes. 

Não posso deixar de dizer que as ruturas, não obstante criem uma sobrecarga de trabalho para as farmácias, geralmente não têm impacto no doente. 

São resolvidas via empréstimos, entreajuda entre farmácias, opção por outras alternativas terapêuticas.”

De facto, mostram os resultados, assistiu-se a uma evolução positiva ao nível da organização dos serviços no sentido de resolução dessas ruturas: 38% possuem um departamento, núcleo ou pessoa responsável por avaliar o impacto das ruturas, 83% um departamento, núcleo ou pessoa responsável por solucionar estes problemas e 69% um registo das ocorrências das mesmas. 

Ao todo, 79,3% das instituições tem implementado um programa de dispensa de medicamentos em proximidade, ainda que a nova regulamentação tenha sido apontada como responsável por limitar a tipologia de medicamentos a enviar, não abordar critérios por patologia, grau de incapacidade ou distância geográfica, limitar a entrega no domicílio e não estabelecer um claro circuito de distribuição/transportadora. 

Regulamentação que Xavier Barreto considera que “pode traduzir-se numa redução do benefício para os doentes, no sentido em que a entrega em proximidade não vai evitar que tenham de vir ao seu hospital para dispensa de alguns fármacos. 

A falta de definição de um circuito abre espaço para assimetrias entre diferentes ULS. As soluções não têm de ser iguais em todo o País, mas importa que estejam definidas e que sejam claras para todas as partes”. 

Do Índex, há ainda a salientar um aumento da despesa com medicamentos em 86% das instituições.

 A responsabilidade é, segundo o presidente da APAH, “claramente, da inovação terapêutica. Temos novos fármacos, geralmente mais eficazes, mas também mais caros.

 A decisão da sua introdução no SNS, bem como a definição do seu preço, não está no âmbito das ULS. O aumento de produção também contribui para este aumento.

 Se fazemos mais consultas e tratamentos, é natural que os custos aumentem.

 É um dos principais riscos financeiros para o SNS e deve ser alvo de uma atenção específica por parte do Governo”. 











quarta-feira, 7 de agosto de 2024

Pomadas para minimizar os efeitos das picadas de insetos

 

Maleato de dexclorfeniramina


A pomada de maleato de dexclorfeniramina tem ação antialérgica que ajuda a aliviar a coceira ou vermelhidão na pele causadas pela picada de insetos. 


Alguns exemplos de pomadas ou cremes dermatológicos com maleato de dexclorfeniramina são Polaramine ou Histamin, por exemplo, e não devem ser usados por crianças com menos de 2 anos, mulheres grávidas ou em amamentação, em áreas da pele que apresentem bolhas ou por pessoas que possuem alergia a essa substância ativa 

Como usar: aplicar 2 vezes por dia na região da pele afetada até a melhora dos sintomas.

 É recomendado não cobrir a área que está sendo tratada. 

Além disso, essas pomadas não devem ser aplicadas nos olhos, boca, nariz, nos órgãos genitais ou em outras mucosas.


Fonte JN


quinta-feira, 23 de maio de 2024

Um abraço por dia, não sabe o bem que lhe fazia

 

Um abraço por dia, não sabe o bem que lhe fazia


Quais são os benefícios dos abraços


Dar e receber abraços é um contacto primitivo e uma forma de transmitir o que sentimos aos outros. São parte da nossa vida quotidiana e servem para expressar muitos sentimentos e emoções, seja carinho, apoio, alegria, desejo, cumplicidade, etc., mas, além disso, produzem uma infinidade de benefícios que influenciam diretamente no nosso bem-estar físico e mental.


1 – Fica-se mais feliz!


Quando abraçamos alguém de quem gostamos, o corpo liberta uma substância denominada oxitocina, a hormona do amor e da felicidade, que está relacionada com a sensação de bem-estar tanto físico como mental. 

É por isso que os abraços nos ajudam a sentir bem e a transmitir uma boa energia que se reflete numa melhora do estado de ânimo. 

Por isso os abraços são muito benéficos para combater o stress, superar bloqueios mentais e recuperar-se de sentimentos de nostalgia ou tristeza. 

Ela aumenta os sentimentos de apego, conexão, confiança e intimidade e ajuda a curar a solidão, o isolamento e até a raiva.

O abraço é processado pelo sistema nervoso como uma recompensa, e por isso tem um impacto importante na mente humana, fazendo com que tenhamos uma sensação de felicidade e alegria.

Não importa se estamos abraçando ou sendo abraçados, a simples conexão física com o outro já nos torna mais felizes. 

Os abraços ainda ajudam a cultivar a paciência e demonstrar apreço, além de estimular a libertação de dopamina, a hormona do prazer, e serotonina, a hormona do bemestar, amplamente associado ao bom humor e estimula as mesmas áreas do cérebro aliadas à sensação de bem-estar e aumenta a autoestima.

 Por todos estes motivos, os abraços podem inclusive ser importantes no tratamento da depressão.


2 – Desenvolve relacionamentos


Os abraços são um bom remédio para superar a solidão, pois oferecem um contacto físico que consegue que as pessoas se sintam protegidas, apoiadas e compreendidas. 

Geram também um sentimento de agradecimento e favorecem a comunicação afetiva e o desenvolvimento da empatia. 

Tudo isso é essencial para melhorar as nossas relações sociais e sentir-nos bem mais confiantes e seguros.

Os relacionamentos são parte fundamental das nossas vidas. 

Amar e ser amado é algo que todos procuramos, e os abraços podem ser parte importante deste objetivo.

A troca de energia que ocorre durante um abraço é um investimento no relacionamento, e ajuda a criar empatia e compreensão. 

Dessa forma, as relações fortalecem-se e adquirem níveis mais profundos, relacionamentos positivos são fundamentais para trazer felicidade a todas as áreas das nossas vidas.

Um abraço ainda pode oferecer conforto a alguém que esteja a passar por um momento ou situação difícil na vida. 

Às vezes não temos ideia do quanto uma pessoa pode estar precisando de um abraço, e de como um contacto próximo, mesmo que rápido, pode trazer um sorriso e um pouco de luz a um dia triste.

Os abraços representam um contacto físico tão próximo e íntimo que ao dá-los ou recebê-los, permitimo-nos sentir tanto a respiração como os batimentos do coração da outra pessoa. Isto faz com que sejam ideais para estreitar vínculos, o que se acentua num casal. 

No casal os abraços, além de serem um gesto de afeto e carinho, provocam a liberação de dopamina que é uma hormona que contribui para o aumento do desejo sexual.


3 – Reduz a tensão arterial


Quando abraçamos alguém a nossa ‘hormona do amor’ dispara.

 Esta hormona, conhecida como oxitocina, desempenha um papel fundamental na redução de cortisol o que faz descer a pressão arterial. 

Estudos mostram que os abraços têm o poder de reduzir os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea, além de diminuir o risco de doenças cardíacas. Isso ocorre, pois a pele possui uma rede de centros de pressão que ficam em contacto com o cérebro por meio de nervos ligados a vários órgãos, inclusive o coração.


4 – Reforça o sistema imunitário.


A leve pressão no esterno e a descarga emocional ativam o chakra do plexo solar, que por sua vez estimula a glândula timo. 

Esta glândula regula e equilibra a produção de glóbulos brancos, contribuindo para a manutenção de altos níveis de imunidade. 

De acordo com um estudo conduzido pela universidade de Carnegie Mellon (EUA), abraçar, especialmente no caso de pessoas que sofrem de altos níveis de stress, ajuda a tornar as pessoas mais resistentes a infeções.


5 – Reduz o stress


Os abraços diminuem os níveis de cortisol, conhecido como a hormona do stress. 

Altos níveis desta hormona podem prejudicar a saúde. 

Estudos encontraram evidências de que pessoas que foram mais abraçadas na infância demonstram menos sintomas de stress na vida adulta. 

A afeição física também ajuda a atenuar as nossas reações a situações stressantes e contribui para reduzir a ansiedade.


6 – Alivia a dor


A oxitocina faz-nos sentir menos dor. 

Abraçar também é muito eficaz para aliviar tanto o desconforto físico e emocional.


7 – Relaxa os músculos


Ao promover a libertação de “hormonas boas” e reduzindo a tensão arterial, o abraço ajuda também a descontrair os músculos, ajudando a libertar e diminuir a tensão no corpo, deixandonos mais calmos e relaxados.


8 – Oferece proteção


O toque carinhoso de um abraço ajuda a criar uma sensação de segurança, já que nos sentimos totalmente protegidos quando abraçamos alguém que amamos.

 Além disso, cientistas encontraram evidências de que os abraços ajudam a reduzir nossas preocupações e medos existenciais. 

Estudos também mostram que as sensações táteis dos abraços protetores que  recebemos de nossos familiares na infância se mantêm no sistema nervoso quando nos tornamos adultos, e ajudam a aumentar nossos sentimentos de confiança, autoestima e amor-próprio.


9 – Queima calorias:


Abraçar queima cerca de 12 calorias.


10 – Promove a saúde do cérebro e a memória.


Quando a oxitocina é libertada na corrente sanguínea o poder da memória melhora. 

Também estimula o sistema nervoso parassimpático contribuindo para encontrar um equilíbrio entre ativação e calma.

Benefícios dos abraços entre pais e filhos

– Abraçar ativa as endorfinas, que ajudam a aumentar a sensação de alegria e afastam as dores, ansiedade ou tristeza.

– Os abraços geram uma sensação de segurança nas crianças e tornam-nas pessoas mais seguras e com mais confiança em si mesmas.

– Abraçar fortalece o vínculo entre o bebé e os pais e potencializa a sensação de união e compreensão.

– O abraço transmite calma e tranquilidade para as crianças.

– Os abraços fortalecem a autoestima da criança.

É tão bom dar um abraço, como recebê-lo e um abraço acaba sendo medicinal quando são os nossos filhos que nos dão.


A Terapia do Abraço


Um abraço terno faz qualquer ser humano sentir-se melhor.

 E esta é uma espécie de corrente internacional, construída com o objetivo de espalhar abraços e, claro, um pouco de felicidade para a nossa vida, que nem sempre é fácil.

O psicoterapeuta mexicano Omar Villalobos afirma que trata-se de uma técnica terapêutica impulsionada pelo contacto físico, “pelo toque”. 

O objetivo pode ser curar um simples desalento, como também fazer com que alguém que esteja com uma doença realmente grave, sinta-se fortalecido.

Os defensores enfatizam que os benefícios englobam o físico e o emocional, destacando que fenómenos físicos podem decorrer do ato de abraçar. 

Há comprovações científicas que baseiam a ideia.

 Quando se abraça outra pessoa, com ternura, o corpo liberta dopamina, endorfinas e oxitocina, químicos que impulsionam o bem-estar.


Tipos de abraço


1 – Abraço superficial: É aquele dado de maneira casual. Geralmente é realizado entre amigos, ou ainda, colegas de trabalho.


2 – Abraço de urso: Quando verdadeiro, é capaz de reconfortar qualquer pessoa, independente da situação.


3 – Abraço caloroso: Demonstra, sobretudo, carinho e afeto por um amigo ou amiga. 

A sua duração costuma ser um pouquinho maior.


4 – Abraço relâmpago: Quando menos se espera, eis que ele acontece. Normalmente, vem a partir de um impulso.


5 – Abraço em grupo: Realizado com frequência nas escolas ou faculdades. 

Revela, de modo geral, coerência e confiança mútua.


6 – Abraço sanduíche: Um abraço para três ou mais participantes. 

Para tal, duas pessoas ficam de frente uma para a outra, aguardando uma terceira, que ficará providencialmente entre ambas.


7- Abraço pelas costas: Uma agradável surpresa! 

Ele é voltado para aquelas pessoas que desejam surpreender um amigo, amiga, namorada, namorado.


8 – Abraço envolvente: Bastante comum entre casais. 

É como se, de uma hora para outra, os corpos se pudessem comunicar. 

Um abraço envolvente, por sua vez, é quase sempre acompanhado de um beijo mais apaixonado.


9 – Abraço noturno: É dado nos momentos de maior intimidade.

 A sua realização pode ocorrer em diferentes lugares, seja no banho, na cama, no sofá…






segunda-feira, 20 de maio de 2024

Metade das famílias carenciadas com crianças não compra todos os medicamentos que devia

 


Metade das famílias carenciadas com crianças não compra todos os medicamentos que devia


Cerca de metade das famílias mais carenciadas com crianças e jovens até aos 15 anos não compra todos os medicamentos que devia, indicador de uma das principais barreiras no acesso aos cuidados de saúde, segundo um inquérito nacional.


A conclusão consta do estudo "Acesso das Crianças a Cuidados de Saúde", realizado por dois investigadores da faculdade de Economia e Gestão da Universidade Nova de Lisboa (Nova SBE), Pedro Pita Barros e Carolina Santos, que numa primeira versão divulgada em dezembro indicava já que a pobreza impede muitas famílias de irem a consultas ou urgências.

Na versão final agora divulgada, o relatório mostra que, num país onde os menores estão isentos do pagamento de taxas moderadoras, uma das principais barreiras financeiras no acesso aos cuidados de saúde está relacionada com o custo dos medicamentos.

Numa análise de agregados familiares com crianças e jovens abaixo dos 15 anos, os investigadores concluem que 50,7% das famílias em situação de elevada carência económica (escalão E) em 2022 não adquiriram todos os medicamentos que deviam.

A percentagem é quase três vezes superior em relação às famílias pertencentes ao escalão anterior (17,11%) e 12 vezes superior face aos agregados familiares com menos dificuldades económicas (4,22%).

"Após uma redução deste indicador entre 2015 e 2019/2020, a probabilidade de não aquisição de todos os fármacos aumentou desde então, sobretudo nos escalões socioeconómicos mais desfavorecidos (D e E)", comparam os investigadores, justificando que "a conjuntura económica dos últimos anos, com inflação elevada, tem acentuado as barreiras financeiras no acesso a cuidados de saúde".

Outro dos indicadores observados é a substituição de medicamentos de marca por genéricos e, também a esse nível, são identificadas diferenças relacionadas com a situação socioeconómica das famílias.

De maneira geral, nos últimos anos houve um favorecimento por medicamentos genéricos, com a probabilidade de as famílias optarem por genéricos a crescer cerca de 36% em apenas dois anos, de 23,26% em 2020 para 32,31% em 2022.

No entanto, entre os agregados familiares mais e menos carenciados existe uma diferença bastante significativa e enquanto apenas 7,4% das famílias com menos dificuldades optam por genéricos, essa escolha é feita por 66,6% das famílias mais carenciadas.

Em linha com as conclusões adiantadas em dezembro, que mostravam um aumento da percentagem de famílias que não procurou auxílio médico, a versão mais recente do relatório releva que a probabilidade de não ir a uma consulta ou urgência por falta de dinheiro mais que triplicou em apenas um ano, de 2,14% para 7,35%.

As famílias em situação de elevada carência económica apresentam uma percentagem bastante superior à média: duas em cada 10 evitam ir ao médico por esse motivo.

Sem taxas moderadoras, as barreiras económicas no acesso a consultas e urgências estão, por exemplo, relacionadas com o custo de transporte ou os custos associados à aquisição de medicamentos, mas os investigadores apontam também barreiras não financeiras no acesso a cuidados de saúde.

Destacando os médicos de família, o relatório revela que a maioria dos agregados familiares tinha médico atribuído (85,84% entre as famílias com menores de 15 anos e 82,38% nas restantes).

Há, ainda assim, zonas do país com menor cobertura e as taxas mais baixas registam-se na Grande Lisboa, onde apenas 79,09% das famílias com menores de 15 anos e 65,27% das restantes tinham médico de família.









quinta-feira, 9 de maio de 2024

Como posso ter acesso gratuito a preservativos?

 


Como posso ter acesso gratuito a preservativos?


Em Portugal, o Programa Nacional para a Infeção VIH/SIDA disponibiliza preservativos femininos e masculinos e gel lubrificante para distribuição gratuita junto das populações mais vulneráveis e em situação de risco de infeção, através de organizações não-governamentais, escolas, universidades, contextos festivos, saunas gay, locais de diversão noturna, de práticas de sexo comercial e de consumo de drogas.

Os preservativos estão também disponíveis, gratuitamente, nas consultas de saúde sexual e reprodutiva, nos cuidados de saúde primários e nas consultas hospitalares de seguimento das pessoas que vivem com a infeção

Compâtível com preservativos masculinos e femininos de látex natural. poliurêtâno ê poliiroprêno. 

Não protege contra gravidez, infrções sêxuâlmente taansmissíveis e HIV.

Utilize como lubriÍicante adicional quaf,do utilizaÍ preservativoso nas relações sexuais 

 Abra a embalagem cuidadosamente. 

Não utilize os dentes.

 Coloque o lubrificante, espremendo a bolsa, na palma da mão. 

Coloque na área genital.

Elimine a bolsa de lubrificante usada, envolvendo-a num lenço de papel e colocando-a no Iixo.

 Lave as mãos com água e sabão

Não utilize com vaselina, óleos comestíveis, creme de mãos e de corpo.

 Não coloque a bolsa do lubrificante na sanita.

Se surgirem irritaçóes, deixê de.usar e consulte o seu médico.

Pode causar reações alérgicas em alguns indivíduos

Este produto é de uso único.

 O lubrificante espalha-se facilmente, adere bem, não é prejudicial para os tecidos humanos nem danifica preservativos.

 O lubrificante à base de água não tem gordura, é transparente e não irritante.

Recomendado como lubriÍicante vaginal adicional ou para prevenir a irritação e secura durante a relação sexual.

 Armazene a uma temperatura média abaixo de 30ª c e evite a exposição da luz solar direta.





sexta-feira, 26 de abril de 2024

Vencer jogos online pode prejudicar a sua memória muscular

 


Especialistas Alertam: 5 Formas Surpreendentes Como Ganhar Jogos Online Pode Prejudicar a Sua Memória Muscular


1. Risco de Problemas Posturais


A má ergonomia e a exposição prolongada ao ecrã podem contribuir para problemas posturais, como a postura da cabeça inclinada para a frente ou ombros arredondados. Estas condições não só afetam a saúde física, mas também podem perturbar o desenvolvimento de uma memória muscular precisa.

A  American Chiropractic Association (ACA) sublinha a importância de postos de trabalho ergonómicos para prevenir problemas musculoesqueléticos.


2. Distracção da Repetição Física


A realização repetida de movimentos ou ações específicas em jogos online pode levar a lesões por uso excessivo e redução da amplitude de movimento nas articulações e músculos. 

Esta limitação pode afetar negativamente a memória muscular, à medida que o corpo se habitua a um conjunto limitado de movimentos.

A American Physical Therapy Association (APTA) recomenda a prevenção de lesões por uso excessivo através de alongamentos regulares e ajustes ergonómicos.

Meyer sugere: "Reservar tempo para a prática física e repetição offline, sem a tentação da validação instantânea online, é crucial."


3. Negligência de Exercícios Físicos


Os utilizadores frequentes da internet muitas vezes negligenciam o exercício físico, o que leva a uma memória muscular subdesenvolvida. 

No desenvolvimento da memória muscular, a regra prática é "usar ou perder".

Os jogos online envolvem frequentemente longos períodos sentados ou com movimento físico mínimo. Este comportamento sedentário pode levar ao desuso muscular e à diminuição da flexibilidade.

 Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a falta de atividade física é um dos principais fatores de risco para a mortalidade global. 

A OMS relata que, a nível global, 1 em cada 4 adultos não é suficientemente ativo.

"É importante manter um estilo de vida equilibrado," partilha Meyer, "Certifique-se de que pratica exercício regularmente para manter os músculos em uso — e na memória."


4. Aumento da Carga Cognitiva


Embora as atividades online possam aprimorar as competências cognitivas, o excesso de jogos ou tempo de ecrã pode sobrecarregar o cérebro. 

Isto pode desviar a atenção dos movimentos físicos e dificultar a formação de padrões precisos de memória muscular.

Estudos dos National Institutes of Health (NIH) sugerem que o tempo de ecrã excessivo pode afetar a capacidade de atenção e a função cognitiva.


5. Experiência Desconectada


Os sucessos online não têm a complexidade tátil das vitórias no mundo real. 

Uma pontuação alta num jogo online está longe de ser comparável a marcar pontos num jogo real. 

Esta desconexão pode limitar a aprendizagem abrangente que a memória muscular exige.

Meyer aconselha: 

"Não escolha o digital em detrimento do físico. Combine-os. 

A experiência tátil das conquistas físicas contribui significativamente para a memória muscular."






sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

Porque a violência doméstica também é uma questão de saúde

 


Porque a violência doméstica também é uma questão de saúde


Os períodos de isolamento podem representar maior risco, fazendo escalar a violência e dificultar as oportunidades de procura de ajuda.


Seja um agente de saúde pública, reconheça os sinais em vizinhos ou na sua comunidade, sobretudo em crianças, mulheres e pessoas idosas:

Parecem nervosas, com medo ou deprimidas;

Têm comportamento submisso em relação ao outro;

São desvalorizadas e humilhadas à frente de outras pessoas;

Cumprem ordens sendo a outra pessoa que decide de forma autoritária;

Há comportamento hostil, ciúme ou possessividade do parceiro(a) ou cuidador(a);

Surgem com marcas físicas não justificadas ou mal explicadas, que procuram ocultar.

Lembre-se

As marcas nem sempre são visíveis.

A violência psicológica também tem consequências para a saúde das vítimas.

As crianças são SEMPRE vítimas diretas mesmo quando a violência ocorre entre outros elementos da família.

Se é vítima de violência doméstica

Opte por locais que ofereçam segurança;

Combine com vizinhos ou familiares códigos quando necessitar de apoio em situações de emergência;

Nunca confronte a pessoa agressora;

Memorize contactos de apoio;

Aproveite pequenas saídas, para compras ou de outra natureza, para pedir auxílio;

Proteja as crianças e os jovens da exposição a violência física ou verbal;

Estabeleça um Plano de Segurança em caso de necessidade de fuga.

Para mais informação, consulte:

WHO – COVID-19 and Violence Against Women (informação da OMS em língua inglesa)

Peça apoio

Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica

Telefone – 800 202 148

SMS – 3060

Equipas de Prevenção da Violência em Adultos (EPVA) – Cuidados de Saúde Primários e Hospitalares

Núcleos de Apoio a Criança e Jovem em Risco (NACJR) – Cuidados de Saúde Primários e Hospitalares

Denuncie

A violência doméstica é crime público e denunciar é uma responsabilidade coletiva. Procure Forças de Segurança (PSP, GNR) ou apresente uma queixa eletrónica.





A viagem das 7 da manhã prejudica sua saúde mental

 


Aprofundando o sentimento da hora de ponta


Por que razão a deslocação matinal está carregada de tanta intensidade emocional ? 

A resposta reside na imprevisibilidade do dia-a-dia e nas pressões associadas à vida moderna.


Ligação entre Tempo e Estado Emocional:


 A ciência indica que o nosso corpo e mente estão mais vulneráveis no início da manhã. 

Os níveis de cortisol no nosso sangue, responsáveis pela gestão do stress, estão no seu pico. 

Isto torna-nos mais propensos a episódios de tristeza, irritação e frustração durante as horas da manhã, de acordo com a Cleveland Clinic.


Ambiente de Pressão:


 Os congestionamentos que caracterizam a deslocação matinal apenas amplificam estas vulnerabilidades inerentes.

 A pressão para chegar ao trabalho a tempo, juntamente com o incómodo de estar preso no trânsito, contribui para um estado emocional elevado.


Falta de uma Válvula de Escape:


 Apesar de estarmos rodeados por centenas de pessoas na estrada, ironicamente não há espaço para uma conversa sincera. 

A maioria das pessoas sente-se constrangida em expressar-se abertamente pelo risco de serem rotuladas como 'fracas' ou 'pouco profissionais'.

quarta-feira, 29 de novembro de 2023

A diabetes e a Fast-Food

 


A diabetes e a Fast-Food


Quem mora nos grandes centros urbanos não escapa da possibilidade de encontrar um restaurante do tipo fast-food bem próximo de sua casa. 


Às vezes até mais de um estão em nossas ruas, formando um corredor de comida ultraprocessada, e suas propagandas nos bombardeiam todos os dias. 

Hoje em dia, com a tecnologia dos aplicativos de delivery na palma de nossas mãos, fica ainda mais difícil resistir quando a fome bate e tem um hambúrguer convidativo a minutos de nossa casa. Já sabemos que comer em fast-foods compromete nossa saúde, mas recentemente um estudo aumentou o alerta sobre esse tipo de alimentação.

Essa pesquisa recente, feito nos Estados Unidos e publicado na revista Jama Network Open em outubro, analisou veteranos americanos (mais de 4 milhões) por aproximadamente 5 anos.

 Essas pessoas (em sua maioria homens brancos com média de 59 anos) viviam em várias partes do país, em diferentes tipos de bairro, urbanos e rurais, onde algumas pessoas tinham mais acesso a supermercados e mercearias, e outras em ambientes onde a maior oferta era de fast-foods.

A análise sugere que a disponibilidade de restaurantes fast-food estava associada ao aumento do risco de diabetes tipo 2, e em ambientes suburbanos e rurais, a disponibilidade de supermercados teve uma associação inversa. 

Durante o estudo, 13% dos participantes foram diagnosticados com diabetes tipo 2, e foi percebido que quanto mais próximos os participantes moravam de restaurantes fast-food, maiores eram as chances de que desenvolvessem diabetes. 

A conclusão do artigo sugere que um controle na oferta desses tipos de restaurante seja estudado.

Em grandes centros urbanos e com o ritmo de vida acelerado que vivemos, é muito comum ceder à ideia de uma comida rápida e fácil. Portanto, cuide-se! 

Existem várias formas de criar uma rotina onde cozinhar ou comer de maneira saudável seja prático e não gaste tanto o seu tempo.






quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Melhore a sua qualidade de vida com estas dicas

 


Melhore a sua qualidade de vida com estas dicas 



Manter e/ou adotar hábitos de vida saudável é essencial para melhorar a qualidade de vida, contribuindo para um impacto positivo na saúde física e mental. 


Desde a prevenção de doenças e promoção do bem-estar até à redução do risco de morte prematura, as vantagens são inúmeras. 

Assim sendo, se deseja melhorar a sua qualidade de vida, mas não sabe por onde começar, não se preocupe.


Tenha uma boa alimentação: 

Ter uma alimentação equilibrada é fundamental para uma vida mais saudável. 

Aliás, a DGS estima que, entre 2020 e 2050, o excesso de peso e as doenças associadas possam contribuir para uma diminuição da esperança média de vida em 2,2 anos. 

Ou seja, tudo o que comemos tem impacto na nossa saúde, por isso, devemos evitar alimentos processados e apostar em alimentos mais naturais e o menos embalados possível, ricos em minerais, fibras e vitaminas. 

E, no meio de tudo isto, não se esqueça de beber água e evitar todo o tipo de refrigerantes.



Faça exercício regularmente:


A atividade física regular é essencial para manter um corpo saudável. 

Entre as muitas opções possíveis, o surf tem-se destacado nos últimos anos e estima-se que haja 23 milhões de praticantes em todo o mundo.

 A modalidade contribui para o bem-estar, estimula o sistema imunitário, equilibra os níveis de serotonina e contribui para a redução do stress, além de promover um contacto próximo com a natureza, sendo que Portugal é um país particularmente propício para a prática do surf.



Tenha um sono de qualidade: 


O sono é muitas vezes descurado, mas uma boa noite de sono é essencial para uma boa qualidade de vida. Mais do que a quantidade de horas que dormimos, o que é realmente importante é a qualidade do sono, que ajuda na recuperação do corpo e da mente, dando-nos energia para enfrentar um novo dia.


Evite maus hábitos:


Evite coisas que são prejudiciais à saúde como é o caso do tabaco, do álcool e do açúcar. 


Faça check-ups regulares:

 Ir ao médico regularmente é muito importante para garantir que está tudo bem consigo e que está no caminho certo para uma vida saudável. 

Por isso mesmo, faça check-ups médicos e rastreios regulares e siga as orientações do seu médico.


Tire tempo para si: 

Aproveite para estar na sua companhia, sem se preocupar ou pensar em algo.

 Vá passear, apanhar ar puro e luz solar, leia um livro ou aproveite para tratar de si. 

Tirar tempo para estarmos connosco é essencial e irá, certamente, sentir-se melhor.


Lembrar de ser alegre e feliz a cada dia: 

Evite ambientes de stress, pessoas mais negativas e faça por melhorar a sua vida.







domingo, 16 de julho de 2023

Alzheimer - “Esta é uma era bastante emocionante: podemos ter a cura nos próximos anos”

 


“Esta é uma era bastante emocionante: podemos ter a cura nos próximos anos”



O que se pensava que era a causa, agora pensa-se que será a consequência de algo que começa muito antes.



O que boa parte da comunidade científica pensava que sabia sobre o Alzheimer, afinal, não estava correcto.

O que os cientistas imaginavam ser a causa, parece agora uma consequência de um processo que começa muito antes.


A Globo deixa a questão:


 O que é determinante para o surgimento do Alzheimer: a genética ou o nosso estilo de vida?

Primeiro, a análise deixa um trio de dicas essenciais para evitar a doença: actividade física, alimentação saudável, controle do colesterol.

Em relação ao desenvolvimento da doença, numa primeira fase há alterações de memória, de personalidade e das habilidades visuais e espaciais.

Depois podem surgir agitação, insónia, dificuldades na fala e em cumprir tarefas simples e em coordenar movimentos.

Na terceira fase, a deficiência motora agrava-se, a pessoa não consegue falar, nem engolir, e nunca mais sai da cama.


Cura está próxima?


Como se sabe, não há cura para o Alzheimer. 

Mas Cláudia Suemoto, professora de Geriatria, está confiante: 

“Estamos a viver uma era bastante emocionante e com grande promessa de, talvez, ter a cura nos próximos anos“.

Entre tantos estudos (e tantos investimentos), destacaram-se as conclusões de uma análise profunda liderada por John Hardy, professor e investigador.

Hardy defende – numa teoria aceite pela generalidade dos especialistas – que a grande maioria dos pacientes de Alzheimer tem o cérebro envolvido por placas de uma proteína chamada beta-amiloide.

Essas placas vão tomando conta do espaço e impedem a passagem dos impulsos nervosos de um neurónio para o outro.

Isso provoca uma espécie de curto-circuito no sistema nervoso central (os neurónios são as células mais importantes do cérebro)

Mesmo após a descoberta da mutação no DNA que causa esse acumular da proteína beta-amiloide, faltam esclarecimentos sobre as causas do Alzheimer. 

E a descoberta de uma cura está a demorar “muito mais do que imaginava”, admitiu o autor do estudo.

Numa doença complexa, complicada de combater, a grande maioria dos novos remédios criados para combater o Alzheimer ataca justamente as placas.


Mas há um entrave: ou não eliminam os sintomas, ou só os aliviam parcialmente.


É preciso descobrir mais. 

E, nesse contexto, já se verificou que esse acumular de placas no cérebro é só um dos factores da doença.

Outros estudos centram-se nas células de defesa, as micróglias – funcionam como aspiradores de pó para tirar a sujeira do cérebro.

Outros estudos recentes centram-se na proteína Tau, que cria “emaranhados” dentro dos neurónios.

Voltando à cura… é complicado apontar uma data exacta.




sexta-feira, 14 de julho de 2023

Prevenindo infecções de feridas cirúrgicas

 


Prevenindo infecções de feridas cirúrgicas


Até um em 20 pacientes submetidos a cirurgia irá desenvolver infecção de sítio cirúrgico (SSI)1, portanto, é vital proteger as feridas cirúrgicas no pós-operatório


A SSI e outras complicações cutâneas podem interferir com o processo de cicatrização normal – levando a hospitalização prolongada e ainda à necessidade de outra cirurgia 2 3  – assim como dor e desconforto para os pacientes .


Fatores de risco de SSI relacionados às coberturas


As feridas cirúrgicas, assim como outras feridas, são um ambiente ideal para patógenos. Logo que o paciente deixa o centro cirúrgico, uma série de fatores relacionados ao uso de coberturas de ferida pode aumentar o risco de infecção da ferida.

As trocas de coberturas estão associadas ao risco de infecção: quantas mais vezes as coberturas forem trocadas, mais exposta estará a ferida à contaminação .

Um gerenciamento deficiente do exsudato é também um fator de risco. Os exsudatos das feridas contêm material originário de microrganismos contaminantes .

Se não forem gerenciados de modo eficaz, existe um maior risco de resultarem em lesões relacionadas à umidade (ou seja, maceração) e contaminação bacteriana da ferida, em particular se houver vazamento para fora da cobertura .

Os danos à pele ao redor da ferida também estão associados à infecção. Por exemplo, as fitas adesivas que são usadas para fixar coberturas tradicionais estão associadas ao desenvolvimento de bolhas .

 Quando as bolhas arrebentam, existe risco acrescido de infecção .


Prevenindo a infecção de feridas cirúrgicas


Fornecemos aos profissionais de saúde o conhecimento das melhores práticas e apoio especializado para ajudá-los a reduzir o risco de infecções de sítio cirúrgico (SSI).


Minimizando a frequência de troca de coberturas


Os especialistas estão de acordo de que, idealmente, as coberturas de feridas devem ser deixadas colocadas tanto tempo quanto possível – pelo menos, sete dias após a cirurgia – contanto que não haja sinais de secreção excessiva ou infecção excessiva da ferida . 

Nós acreditamos que o risco de contaminação da ferida a partir do meio ambiente externo possa ser reduzido, mantendo um mínimo de número de trocas de cobertura.

Ao trocar as coberturas com menos frequência, poderá ajudar a reduzir o risco de trauma da ferida e periferida e de a pele ganhar bolhas  .


Escolhendo entre as coberturas de feridas


A cobertura ideal da ferida deve manter um ambiente tépido, úmido para a cicatrização – e gerenciar o exsudato de modo eficaz para que a cobertura possa ser deixada na ferida tanto tempo quanto possível  .

Para proteger a área de periferida e prevenir a formação de bolhas na pele, a cobertura não deve aderir à ferida e, sim, delicadamente à pele ao redor. 

Deve ser fácil de aplicar e de remover, assim como deve ser flexível  .





terça-feira, 30 de agosto de 2022

Quanto mais puro o azeite, mais antioxidantes ele contém e mais benefícios entrega à saúde

 


Azeite faz bem para o coração; veja mais 8 benefícios dessa gordura boa



O azeite é o óleo extraído da azeitona, o fruto da oliveira.


 Essa árvore é uma das mais antigas conhecidas do mundo, sendo cultivada antes da invenção da escrita. Por isso, sabe-se que o consumo do azeite é milenar, mas não se tem conhecimento desde quando ele passou a fazer parte das refeições.

Já foi usado também para aliviar dores e curar feridas em guerras. 

 E o azeite é o melhor exemplo de que nem toda gordura faz mal. Devido às propriedades benéficas ao organismo, os mediterrâneos o apelidaram de "ouro líquido".

Há diferentes versões de azeite próprias para o consumo. 

O azeite extravirgem é considerado o mais saudável e tem sabor e aroma bem definidos. 

O virgem possui os mesmos benefícios que o extravirgem, porém, o teor mais alto de acidez resulta em gosto e aroma inferiores.

 O refinado apresenta baixa qualidade, mas ainda mantém ácidos graxos na composição. E o azeite de oliva é a mistura do refinado com o virgem ou óleo de soja.

O azeite possui gorduras monoinsaturadas, ômega 9, vitaminas E, A e K, ferro, cálcio, magnésio, potássio e aminoácidos. Além de propriedades antioxidantes que proporcionam vários benefícios à saúde. No Brasil, o azeite é usado com frequência para temperar saladas e em carnes, pois realça o sabor dos alimentos. Conheça os benefícios desse óleo.


1. Possui propriedades anti-inflamatórias


Uma pesquisa publicada na revista científica Nature mostrou que o azeite extravirgem possui um composto anti-inflamatório natural que inibe a atividade de enzimas envolvidas na inflamação e na dor do mesmo modo que o ibuprofeno, medicamento anti-inflamatório frequentemente usado para aliviar dores de cabeça, garganta e musculares. 

O consumo regular do ingrediente ofereceria conforto para quem sofre dessas e outras dores crônicas, como nas articulações e nas costas.


2. Previne doenças cardíacas


Por ser rico em ácidos graxos monoinsaturados (ômega 9), o consumo regular de azeite contribui para a redução do colesterol ruim (LDL) e elevação do bom (HDL). Ele também é rico em polifenóis, compostos que respondem pelo sabor característico, além de terem ação antioxidante e preventiva de doenças cardiovasculares.

Sabe-se que taxas elevadas de LDL contribuem para a formação de placas de gordura que bloqueiam o fluxo sanguíneo e podem levar a infartos e ao AVC (acidente vascular cerebral). 

Uma revisão de estudos que contou com mais de 840 mil pessoas comprovou que o azeite era a única fonte de gordura monoinsaturada que contribuía para a diminuição do risco de AVCs e doenças cardíacas.


3. Reduz o risco de diabetes


Um estudo publicado na revista científica Diabetes Care concluiu, após quatro anos de acompanhamento, que uma dieta suplementada com azeite de oliva diminuiu a incidência de diabetes tipo 2 em pessoas com alto risco de problemas cardiovasculares. 

A incidência de diabetes foi reduzida em 51% naquelas pessoas que consumiram o azeite em comparação com quem teve uma dieta com baixa ingestão desse tipo de óleo. 

Sabe-se que o azeite proporciona efeitos benéficos no açúcar no sangue e na sensibilidade à insulina.


4. Protege o cérebro


O azeite contém antioxidantes que estão relacionados ao bom funcionamento e preservação do cérebro.

 Essas substâncias são eficazes na prevenção de danos causados pela oclusão de artérias cerebrais, como AVCs. Ainda estão sendo realizadas pesquisas que investigam a possibilidade de o azeite contribuir na melhora de funções cognitivas. 

A explicação para esse benefício seria um composto presente no óleo, o hidroxitirosol, capaz de impedir a degeneração dos neurônios e, com isso, retardar o processo de envelhecimento cerebral.


5. Melhora os sintomas de artrite reumatoide


A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica, autoimune, que afeta as articulações. 

O consumo de alimentos como frutas e cereais integrais e gorduras benéficas, como o azeite, pode minimizar os sintomas da inflamação.

 O azeite de oliva extravirgem está relacionado à redução de dor crônica.

 Um trabalho da Universidade Estadual de Londrina mostrou que o azeite e o óleo de peixe melhoraram a dor e a rigidez nas articulações em pessoas com artrite reumatoide.


6. Faz bem para os ossos


O consumo regular de azeite também favorece a saúde dos ossos. 

A presença da oleuropeína colabora para aumentar a quantidade de osteoblastos, as células que formam o tecido ósseo. Além disso, a presença da vitamina K ajuda a manter os ossos resistentes a fraturas.


7. Pode diminuir o risco de depressão


As pessoas que consomem mais gorduras mono e poli-insaturadas, como as presentes no azeite, têm risco menor de depressão, de acordo com uma pesquisa publicada no PLoS ONE. Foram avaliados 12 mil voluntários durante seis anos. 

Os pesquisadores mostraram que quem comeu mais gorduras trans, em vez de uma dieta com uso de azeite, teve risco 48% maior de desenvolver depressão.


8. Previne a colite ulcerativa


A colite ulcerativa é uma doença inflamatória intestinal (DII) que afeta o intestino grosso.

 De acordo com uma pesquisa realizada no Reino Unido com 25 mil pessoas com idades entre 40 e 65 anos, o consumo de azeite pode ajudar a diminuir o risco da doença. 

Isso ocorre devido ao ácido oleico, um componente do azeite. Os voluntários tiveram um risco 90% menor de desenvolver colite.


9. Retarda o envelhecimento

O azeite de oliva possui uma série de compostos antioxidantes que reduzem a formação de radicais livres. O consumo regular previne o estresse oxidativo, que é responsável pelo envelhecimento precoce das células de todas as partes do corpo.


Benefícios em estudo


- Pode evitar o Alzheimer: a doença neurodegenerativa causa deterioração das funções cerebrais e prejudica a memória e a linguagem.

 Uma das suas características é o acúmulo de placas beta-amilóides nas células do cérebro. 

Um estudo realizado com cobaias mostrou que uma substância presente no azeite (oleocanthal) pode remover essas placas e prevenir a doença. 

Mas ainda faltam estudos com humanos que comprovem a relação do azeite com a diminuição do risco de Alzheimer.


9. Retarda o envelhecimento


O azeite de oliva possui uma série de compostos antioxidantes que reduzem a formação de radicais livres. 

O consumo regular previne o estresse oxidativo, que é responsável pelo envelhecimento precoce das células de todas as partes do corpo.


Benefícios em estudo


- Pode evitar o Alzheimer: a doença neurodegenerativa causa deterioração das funções cerebrais e prejudica a memória e a linguagem. 

Uma das suas características é o acúmulo de placas beta-amilóides nas células do cérebro. 

Um estudo realizado com cobaias mostrou que uma substância presente no azeite (oleocanthal) pode remover essas placas e prevenir a doença. 

Mas ainda faltam estudos com humanos que comprovem a relação do azeite com a diminuição do risco de Alzheimer.



Formas de consumo


A ingestão recomendada de azeite é de, no máximo, duas colheres de sopa por dia (o equivalente a 30 g). A orientação dos especialistas é evitar usar o óleo para refogar ou fritar os alimentos. 

Isso porque, ao aquecê-lo, perdem-se suas propriedades antioxidantes e o efeito anti-inflamatório, ainda que não haja malefícios à saúde.

O azeite pode ser consumido in natura para finalizar preparações como saladas, legumes cozidos e pratos quentes com peixe, carne e aves.

 Pode-se consumi-lo também com pão como substituto saudável para margarina ou manteiga. 

Não há contraindicações para o consumo, desde que seja com moderação.

Na hora da compra, opte pelo produto que venha em embalagem escura ou de vidro. 

Ela impede a entrada da luz e não compromete as propriedades do alimento.

 Prefira os azeites puros, sem mistura com outros óleos. Por isso, não se esqueça de olhar o rótulo na hora da compra.







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