domingo, 16 de julho de 2023

Alzheimer - “Esta é uma era bastante emocionante: podemos ter a cura nos próximos anos”

 


“Esta é uma era bastante emocionante: podemos ter a cura nos próximos anos”



O que se pensava que era a causa, agora pensa-se que será a consequência de algo que começa muito antes.



O que boa parte da comunidade científica pensava que sabia sobre o Alzheimer, afinal, não estava correcto.

O que os cientistas imaginavam ser a causa, parece agora uma consequência de um processo que começa muito antes.


A Globo deixa a questão:


 O que é determinante para o surgimento do Alzheimer: a genética ou o nosso estilo de vida?

Primeiro, a análise deixa um trio de dicas essenciais para evitar a doença: actividade física, alimentação saudável, controle do colesterol.

Em relação ao desenvolvimento da doença, numa primeira fase há alterações de memória, de personalidade e das habilidades visuais e espaciais.

Depois podem surgir agitação, insónia, dificuldades na fala e em cumprir tarefas simples e em coordenar movimentos.

Na terceira fase, a deficiência motora agrava-se, a pessoa não consegue falar, nem engolir, e nunca mais sai da cama.


Cura está próxima?


Como se sabe, não há cura para o Alzheimer. 

Mas Cláudia Suemoto, professora de Geriatria, está confiante: 

“Estamos a viver uma era bastante emocionante e com grande promessa de, talvez, ter a cura nos próximos anos“.

Entre tantos estudos (e tantos investimentos), destacaram-se as conclusões de uma análise profunda liderada por John Hardy, professor e investigador.

Hardy defende – numa teoria aceite pela generalidade dos especialistas – que a grande maioria dos pacientes de Alzheimer tem o cérebro envolvido por placas de uma proteína chamada beta-amiloide.

Essas placas vão tomando conta do espaço e impedem a passagem dos impulsos nervosos de um neurónio para o outro.

Isso provoca uma espécie de curto-circuito no sistema nervoso central (os neurónios são as células mais importantes do cérebro)

Mesmo após a descoberta da mutação no DNA que causa esse acumular da proteína beta-amiloide, faltam esclarecimentos sobre as causas do Alzheimer. 

E a descoberta de uma cura está a demorar “muito mais do que imaginava”, admitiu o autor do estudo.

Numa doença complexa, complicada de combater, a grande maioria dos novos remédios criados para combater o Alzheimer ataca justamente as placas.


Mas há um entrave: ou não eliminam os sintomas, ou só os aliviam parcialmente.


É preciso descobrir mais. 

E, nesse contexto, já se verificou que esse acumular de placas no cérebro é só um dos factores da doença.

Outros estudos centram-se nas células de defesa, as micróglias – funcionam como aspiradores de pó para tirar a sujeira do cérebro.

Outros estudos recentes centram-se na proteína Tau, que cria “emaranhados” dentro dos neurónios.

Voltando à cura… é complicado apontar uma data exacta.




sexta-feira, 14 de julho de 2023

Prevenindo infecções de feridas cirúrgicas

 


Prevenindo infecções de feridas cirúrgicas


Até um em 20 pacientes submetidos a cirurgia irá desenvolver infecção de sítio cirúrgico (SSI)1, portanto, é vital proteger as feridas cirúrgicas no pós-operatório


A SSI e outras complicações cutâneas podem interferir com o processo de cicatrização normal – levando a hospitalização prolongada e ainda à necessidade de outra cirurgia 2 3  – assim como dor e desconforto para os pacientes .


Fatores de risco de SSI relacionados às coberturas


As feridas cirúrgicas, assim como outras feridas, são um ambiente ideal para patógenos. Logo que o paciente deixa o centro cirúrgico, uma série de fatores relacionados ao uso de coberturas de ferida pode aumentar o risco de infecção da ferida.

As trocas de coberturas estão associadas ao risco de infecção: quantas mais vezes as coberturas forem trocadas, mais exposta estará a ferida à contaminação .

Um gerenciamento deficiente do exsudato é também um fator de risco. Os exsudatos das feridas contêm material originário de microrganismos contaminantes .

Se não forem gerenciados de modo eficaz, existe um maior risco de resultarem em lesões relacionadas à umidade (ou seja, maceração) e contaminação bacteriana da ferida, em particular se houver vazamento para fora da cobertura .

Os danos à pele ao redor da ferida também estão associados à infecção. Por exemplo, as fitas adesivas que são usadas para fixar coberturas tradicionais estão associadas ao desenvolvimento de bolhas .

 Quando as bolhas arrebentam, existe risco acrescido de infecção .


Prevenindo a infecção de feridas cirúrgicas


Fornecemos aos profissionais de saúde o conhecimento das melhores práticas e apoio especializado para ajudá-los a reduzir o risco de infecções de sítio cirúrgico (SSI).


Minimizando a frequência de troca de coberturas


Os especialistas estão de acordo de que, idealmente, as coberturas de feridas devem ser deixadas colocadas tanto tempo quanto possível – pelo menos, sete dias após a cirurgia – contanto que não haja sinais de secreção excessiva ou infecção excessiva da ferida . 

Nós acreditamos que o risco de contaminação da ferida a partir do meio ambiente externo possa ser reduzido, mantendo um mínimo de número de trocas de cobertura.

Ao trocar as coberturas com menos frequência, poderá ajudar a reduzir o risco de trauma da ferida e periferida e de a pele ganhar bolhas  .


Escolhendo entre as coberturas de feridas


A cobertura ideal da ferida deve manter um ambiente tépido, úmido para a cicatrização – e gerenciar o exsudato de modo eficaz para que a cobertura possa ser deixada na ferida tanto tempo quanto possível  .

Para proteger a área de periferida e prevenir a formação de bolhas na pele, a cobertura não deve aderir à ferida e, sim, delicadamente à pele ao redor. 

Deve ser fácil de aplicar e de remover, assim como deve ser flexível  .





terça-feira, 30 de agosto de 2022

Quanto mais puro o azeite, mais antioxidantes ele contém e mais benefícios entrega à saúde

 


Azeite faz bem para o coração; veja mais 8 benefícios dessa gordura boa



O azeite é o óleo extraído da azeitona, o fruto da oliveira.


 Essa árvore é uma das mais antigas conhecidas do mundo, sendo cultivada antes da invenção da escrita. Por isso, sabe-se que o consumo do azeite é milenar, mas não se tem conhecimento desde quando ele passou a fazer parte das refeições.

Já foi usado também para aliviar dores e curar feridas em guerras. 

 E o azeite é o melhor exemplo de que nem toda gordura faz mal. Devido às propriedades benéficas ao organismo, os mediterrâneos o apelidaram de "ouro líquido".

Há diferentes versões de azeite próprias para o consumo. 

O azeite extravirgem é considerado o mais saudável e tem sabor e aroma bem definidos. 

O virgem possui os mesmos benefícios que o extravirgem, porém, o teor mais alto de acidez resulta em gosto e aroma inferiores.

 O refinado apresenta baixa qualidade, mas ainda mantém ácidos graxos na composição. E o azeite de oliva é a mistura do refinado com o virgem ou óleo de soja.

O azeite possui gorduras monoinsaturadas, ômega 9, vitaminas E, A e K, ferro, cálcio, magnésio, potássio e aminoácidos. Além de propriedades antioxidantes que proporcionam vários benefícios à saúde. No Brasil, o azeite é usado com frequência para temperar saladas e em carnes, pois realça o sabor dos alimentos. Conheça os benefícios desse óleo.


1. Possui propriedades anti-inflamatórias


Uma pesquisa publicada na revista científica Nature mostrou que o azeite extravirgem possui um composto anti-inflamatório natural que inibe a atividade de enzimas envolvidas na inflamação e na dor do mesmo modo que o ibuprofeno, medicamento anti-inflamatório frequentemente usado para aliviar dores de cabeça, garganta e musculares. 

O consumo regular do ingrediente ofereceria conforto para quem sofre dessas e outras dores crônicas, como nas articulações e nas costas.


2. Previne doenças cardíacas


Por ser rico em ácidos graxos monoinsaturados (ômega 9), o consumo regular de azeite contribui para a redução do colesterol ruim (LDL) e elevação do bom (HDL). Ele também é rico em polifenóis, compostos que respondem pelo sabor característico, além de terem ação antioxidante e preventiva de doenças cardiovasculares.

Sabe-se que taxas elevadas de LDL contribuem para a formação de placas de gordura que bloqueiam o fluxo sanguíneo e podem levar a infartos e ao AVC (acidente vascular cerebral). 

Uma revisão de estudos que contou com mais de 840 mil pessoas comprovou que o azeite era a única fonte de gordura monoinsaturada que contribuía para a diminuição do risco de AVCs e doenças cardíacas.


3. Reduz o risco de diabetes


Um estudo publicado na revista científica Diabetes Care concluiu, após quatro anos de acompanhamento, que uma dieta suplementada com azeite de oliva diminuiu a incidência de diabetes tipo 2 em pessoas com alto risco de problemas cardiovasculares. 

A incidência de diabetes foi reduzida em 51% naquelas pessoas que consumiram o azeite em comparação com quem teve uma dieta com baixa ingestão desse tipo de óleo. 

Sabe-se que o azeite proporciona efeitos benéficos no açúcar no sangue e na sensibilidade à insulina.


4. Protege o cérebro


O azeite contém antioxidantes que estão relacionados ao bom funcionamento e preservação do cérebro.

 Essas substâncias são eficazes na prevenção de danos causados pela oclusão de artérias cerebrais, como AVCs. Ainda estão sendo realizadas pesquisas que investigam a possibilidade de o azeite contribuir na melhora de funções cognitivas. 

A explicação para esse benefício seria um composto presente no óleo, o hidroxitirosol, capaz de impedir a degeneração dos neurônios e, com isso, retardar o processo de envelhecimento cerebral.


5. Melhora os sintomas de artrite reumatoide


A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica, autoimune, que afeta as articulações. 

O consumo de alimentos como frutas e cereais integrais e gorduras benéficas, como o azeite, pode minimizar os sintomas da inflamação.

 O azeite de oliva extravirgem está relacionado à redução de dor crônica.

 Um trabalho da Universidade Estadual de Londrina mostrou que o azeite e o óleo de peixe melhoraram a dor e a rigidez nas articulações em pessoas com artrite reumatoide.


6. Faz bem para os ossos


O consumo regular de azeite também favorece a saúde dos ossos. 

A presença da oleuropeína colabora para aumentar a quantidade de osteoblastos, as células que formam o tecido ósseo. Além disso, a presença da vitamina K ajuda a manter os ossos resistentes a fraturas.


7. Pode diminuir o risco de depressão


As pessoas que consomem mais gorduras mono e poli-insaturadas, como as presentes no azeite, têm risco menor de depressão, de acordo com uma pesquisa publicada no PLoS ONE. Foram avaliados 12 mil voluntários durante seis anos. 

Os pesquisadores mostraram que quem comeu mais gorduras trans, em vez de uma dieta com uso de azeite, teve risco 48% maior de desenvolver depressão.


8. Previne a colite ulcerativa


A colite ulcerativa é uma doença inflamatória intestinal (DII) que afeta o intestino grosso.

 De acordo com uma pesquisa realizada no Reino Unido com 25 mil pessoas com idades entre 40 e 65 anos, o consumo de azeite pode ajudar a diminuir o risco da doença. 

Isso ocorre devido ao ácido oleico, um componente do azeite. Os voluntários tiveram um risco 90% menor de desenvolver colite.


9. Retarda o envelhecimento

O azeite de oliva possui uma série de compostos antioxidantes que reduzem a formação de radicais livres. O consumo regular previne o estresse oxidativo, que é responsável pelo envelhecimento precoce das células de todas as partes do corpo.


Benefícios em estudo


- Pode evitar o Alzheimer: a doença neurodegenerativa causa deterioração das funções cerebrais e prejudica a memória e a linguagem.

 Uma das suas características é o acúmulo de placas beta-amilóides nas células do cérebro. 

Um estudo realizado com cobaias mostrou que uma substância presente no azeite (oleocanthal) pode remover essas placas e prevenir a doença. 

Mas ainda faltam estudos com humanos que comprovem a relação do azeite com a diminuição do risco de Alzheimer.


9. Retarda o envelhecimento


O azeite de oliva possui uma série de compostos antioxidantes que reduzem a formação de radicais livres. 

O consumo regular previne o estresse oxidativo, que é responsável pelo envelhecimento precoce das células de todas as partes do corpo.


Benefícios em estudo


- Pode evitar o Alzheimer: a doença neurodegenerativa causa deterioração das funções cerebrais e prejudica a memória e a linguagem. 

Uma das suas características é o acúmulo de placas beta-amilóides nas células do cérebro. 

Um estudo realizado com cobaias mostrou que uma substância presente no azeite (oleocanthal) pode remover essas placas e prevenir a doença. 

Mas ainda faltam estudos com humanos que comprovem a relação do azeite com a diminuição do risco de Alzheimer.



Formas de consumo


A ingestão recomendada de azeite é de, no máximo, duas colheres de sopa por dia (o equivalente a 30 g). A orientação dos especialistas é evitar usar o óleo para refogar ou fritar os alimentos. 

Isso porque, ao aquecê-lo, perdem-se suas propriedades antioxidantes e o efeito anti-inflamatório, ainda que não haja malefícios à saúde.

O azeite pode ser consumido in natura para finalizar preparações como saladas, legumes cozidos e pratos quentes com peixe, carne e aves.

 Pode-se consumi-lo também com pão como substituto saudável para margarina ou manteiga. 

Não há contraindicações para o consumo, desde que seja com moderação.

Na hora da compra, opte pelo produto que venha em embalagem escura ou de vidro. 

Ela impede a entrada da luz e não compromete as propriedades do alimento.

 Prefira os azeites puros, sem mistura com outros óleos. Por isso, não se esqueça de olhar o rótulo na hora da compra.







terça-feira, 5 de julho de 2022

Alergias e Prevenção

 


A  Alergia na Criança 


 Curatualergia 


 Alergias e Prevenção


As pessoas podem proteger-se de animais ou fatores que podem causar dano ou incomodar. Por exemplo: se de repente encontramos um aranha à nossa frente, fugiremos.

Mas o que se passa quando o que nos pode fazer mal é tão pequeno que não o vemos? 

O nosso corpo também está preparado para lutar contra estas pequenas substâncias estranhas. Um exemplo são os vírus ou bactérias que entram no nosso corpo causando uma infeção.

Para lutar contra estas substâncias externas, o nosso corpo tem um exército de defesa que se chama sistema imunitário. 

O sistema imunitário ataca-os para os destruir e expulsá-los do corpo. 

Assim quando o vírus entra através do nosso nariz ao respirar, o sistema imunitário ativa-se e faz-nos espirrar para que possamos expulsá-lo para fora do corpo.

Mas em algumas pessoas o sistema imunitário equivoca-se e reponde de maneira exagerada contra estas substâncias estranhas. 

Estas substâncias são inócuas para a maioria das pessoas mas não para as pessoas alérgicas, as quais, em contato com elas, desenvolvem uma reação alérgica, podendo ter diferentes sintomas como comichão, inchaço ou rubor da pele, dificuldade para respirar, problemas digestivos… 

Ou inclusive problemas mais graves.


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Doentes com cancro vão poder fazer quimioterapia em casa

 

Doentes com cancro vão poder fazer quimioterapia  em casa










quinta-feira, 26 de maio de 2022

Dia Mundial das Doenças Digestivas: O Cancro Colorretal

 


 O Cancro Colorretal


O Dia Mundial das Doenças Digestivas assinala-se a 29 de maio. 


Esta efeméride tem como objetivo mobilizar e orientar a população para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce de doenças do aparelho digestivo.

O número de doenças digestivas em Portugal está a aumentar.

 De acordo com a Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG), o cancro digestivo (pâncreas, fígado, esófago, estômago e colorretal) regista números bastante elevados em todo o mundo, pelo que Portugal não é exceção, representando 10% da mortalidade portuguesa e matando atualmente um português por hora.

O cancro colorretal (ou cancro do colón e do reto) é o mais comum na Europa e o 3º cancro mais comum no mundo. 

A incidência e mortalidade variam muito de país para país. Em Portugal, todos os dias são diagnosticados 27 novos casos de cancro colorretal, o que significa que por ano surgem cerca de 10 mil novos doentes.

Este tipo de cancro tem uma progressão lenta e silenciosa, assintomática, que muitas vezes pode ser superior a 10 anos. No entanto, a realização de rastreios, através da pesquisa de sangue oculto nas fezes, diminui a mortalidade por cancro colorretal em aproximadamente 16%.


 Fatores de risco


A idade é o maior fator de risco para o cancro colorretal. 

É raro aparecer antes dos 40 anos e a incidência começa a aumentar de forma significativa a partir dos 50 anos. 

De acordo com os dados da International Agency for Research on Cancer, 90% dos casos foram detetados a partir dos 50 anos. 

Outros fatores de risco que se destacam são a doença inflamatória intestinal, o alcoolismo, tabagismo, obesidade e a grande ingestão de carnes vermelhas e alimentos processados.


 Sintomas do cancro colorretal


No que respeita aos sintomas do cancro colorretal, são variados e, por vezes, discretos. 

Os mais frequentes são: alteração inesperada do hábito intestinal, ou seja, uma pessoa que normalmente é obstipada passar a ter diarreias com frequência, sem motivo aparente, ou o contrário; a sensação de querer ir evacuar e depois ser uma falsa vontade, e a evacuação não se fazer com a forma habitual; a sensação de não ter evacuado totalmente e não haver mais nada que se possa expulsar, e a perda de sangue.

Existem também alguns sintomas gerais que podem estar relacionados a um problema do intestino, como a pessoa sentir-se doente, ter uma anemia, estar a emagrecer, perder o apetite ou ter dores abdominais persistentes.


Como prevenir?


Até ao momento, não existe um conhecimento exato das causas deste cancro, mas a melhor forma de prevenir é optar por um estilo de vida saudável. 

A dieta mediterrânica tem sido muito aconselhada, sendo aquela que menor probabilidade tem de induzir alterações no intestino. 

 Além disso, é importante evitar o sedentarismo, fumar, ingerir bebidas alcoólicas e contrariar a obesidade. Estes aspetos podem diminuir a probabilidade do aparecimento da doença.

No entanto, uma das melhores formas de prevenção é realizando o rastreio para identificar lesões precursoras do cancro e da deteção precoce. 

Uma das evidências mais importantes do diagnóstico na fase inicial da doença é o facto de 90% destes doentes continuarem vivos cinco anos depois do diagnóstico. 

Por oposição, apenas 10% estarão vivos se a doença já estiver disseminada no organismo aquando da sua descoberta.

Por esse motivo, é importante esclarecer e sensibilizar para a importância do rastreio, por forma a detetar lesões benignas precursoras do cancro ou fazendo o diagnóstico em fase precoce e conseguir um tratamento com grande probabilidade de sucesso. 

E aqui entra outro mito, de que o rastreio é doloroso, porque não é.




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