sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

Porque a violência doméstica também é uma questão de saúde

 


Porque a violência doméstica também é uma questão de saúde


Os períodos de isolamento podem representar maior risco, fazendo escalar a violência e dificultar as oportunidades de procura de ajuda.


Seja um agente de saúde pública, reconheça os sinais em vizinhos ou na sua comunidade, sobretudo em crianças, mulheres e pessoas idosas:

Parecem nervosas, com medo ou deprimidas;

Têm comportamento submisso em relação ao outro;

São desvalorizadas e humilhadas à frente de outras pessoas;

Cumprem ordens sendo a outra pessoa que decide de forma autoritária;

Há comportamento hostil, ciúme ou possessividade do parceiro(a) ou cuidador(a);

Surgem com marcas físicas não justificadas ou mal explicadas, que procuram ocultar.

Lembre-se

As marcas nem sempre são visíveis.

A violência psicológica também tem consequências para a saúde das vítimas.

As crianças são SEMPRE vítimas diretas mesmo quando a violência ocorre entre outros elementos da família.

Se é vítima de violência doméstica

Opte por locais que ofereçam segurança;

Combine com vizinhos ou familiares códigos quando necessitar de apoio em situações de emergência;

Nunca confronte a pessoa agressora;

Memorize contactos de apoio;

Aproveite pequenas saídas, para compras ou de outra natureza, para pedir auxílio;

Proteja as crianças e os jovens da exposição a violência física ou verbal;

Estabeleça um Plano de Segurança em caso de necessidade de fuga.

Para mais informação, consulte:

WHO – COVID-19 and Violence Against Women (informação da OMS em língua inglesa)

Peça apoio

Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica

Telefone – 800 202 148

SMS – 3060

Equipas de Prevenção da Violência em Adultos (EPVA) – Cuidados de Saúde Primários e Hospitalares

Núcleos de Apoio a Criança e Jovem em Risco (NACJR) – Cuidados de Saúde Primários e Hospitalares

Denuncie

A violência doméstica é crime público e denunciar é uma responsabilidade coletiva. Procure Forças de Segurança (PSP, GNR) ou apresente uma queixa eletrónica.





A viagem das 7 da manhã prejudica sua saúde mental

 


Aprofundando o sentimento da hora de ponta


Por que razão a deslocação matinal está carregada de tanta intensidade emocional ? 

A resposta reside na imprevisibilidade do dia-a-dia e nas pressões associadas à vida moderna.


Ligação entre Tempo e Estado Emocional:


 A ciência indica que o nosso corpo e mente estão mais vulneráveis no início da manhã. 

Os níveis de cortisol no nosso sangue, responsáveis pela gestão do stress, estão no seu pico. 

Isto torna-nos mais propensos a episódios de tristeza, irritação e frustração durante as horas da manhã, de acordo com a Cleveland Clinic.


Ambiente de Pressão:


 Os congestionamentos que caracterizam a deslocação matinal apenas amplificam estas vulnerabilidades inerentes.

 A pressão para chegar ao trabalho a tempo, juntamente com o incómodo de estar preso no trânsito, contribui para um estado emocional elevado.


Falta de uma Válvula de Escape:


 Apesar de estarmos rodeados por centenas de pessoas na estrada, ironicamente não há espaço para uma conversa sincera. 

A maioria das pessoas sente-se constrangida em expressar-se abertamente pelo risco de serem rotuladas como 'fracas' ou 'pouco profissionais'.

quarta-feira, 29 de novembro de 2023

A diabetes e a Fast-Food

 


A diabetes e a Fast-Food


Quem mora nos grandes centros urbanos não escapa da possibilidade de encontrar um restaurante do tipo fast-food bem próximo de sua casa. 


Às vezes até mais de um estão em nossas ruas, formando um corredor de comida ultraprocessada, e suas propagandas nos bombardeiam todos os dias. 

Hoje em dia, com a tecnologia dos aplicativos de delivery na palma de nossas mãos, fica ainda mais difícil resistir quando a fome bate e tem um hambúrguer convidativo a minutos de nossa casa. Já sabemos que comer em fast-foods compromete nossa saúde, mas recentemente um estudo aumentou o alerta sobre esse tipo de alimentação.

Essa pesquisa recente, feito nos Estados Unidos e publicado na revista Jama Network Open em outubro, analisou veteranos americanos (mais de 4 milhões) por aproximadamente 5 anos.

 Essas pessoas (em sua maioria homens brancos com média de 59 anos) viviam em várias partes do país, em diferentes tipos de bairro, urbanos e rurais, onde algumas pessoas tinham mais acesso a supermercados e mercearias, e outras em ambientes onde a maior oferta era de fast-foods.

A análise sugere que a disponibilidade de restaurantes fast-food estava associada ao aumento do risco de diabetes tipo 2, e em ambientes suburbanos e rurais, a disponibilidade de supermercados teve uma associação inversa. 

Durante o estudo, 13% dos participantes foram diagnosticados com diabetes tipo 2, e foi percebido que quanto mais próximos os participantes moravam de restaurantes fast-food, maiores eram as chances de que desenvolvessem diabetes. 

A conclusão do artigo sugere que um controle na oferta desses tipos de restaurante seja estudado.

Em grandes centros urbanos e com o ritmo de vida acelerado que vivemos, é muito comum ceder à ideia de uma comida rápida e fácil. Portanto, cuide-se! 

Existem várias formas de criar uma rotina onde cozinhar ou comer de maneira saudável seja prático e não gaste tanto o seu tempo.






quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Melhore a sua qualidade de vida com estas dicas

 


Melhore a sua qualidade de vida com estas dicas 



Manter e/ou adotar hábitos de vida saudável é essencial para melhorar a qualidade de vida, contribuindo para um impacto positivo na saúde física e mental. 


Desde a prevenção de doenças e promoção do bem-estar até à redução do risco de morte prematura, as vantagens são inúmeras. 

Assim sendo, se deseja melhorar a sua qualidade de vida, mas não sabe por onde começar, não se preocupe.


Tenha uma boa alimentação: 

Ter uma alimentação equilibrada é fundamental para uma vida mais saudável. 

Aliás, a DGS estima que, entre 2020 e 2050, o excesso de peso e as doenças associadas possam contribuir para uma diminuição da esperança média de vida em 2,2 anos. 

Ou seja, tudo o que comemos tem impacto na nossa saúde, por isso, devemos evitar alimentos processados e apostar em alimentos mais naturais e o menos embalados possível, ricos em minerais, fibras e vitaminas. 

E, no meio de tudo isto, não se esqueça de beber água e evitar todo o tipo de refrigerantes.



Faça exercício regularmente:


A atividade física regular é essencial para manter um corpo saudável. 

Entre as muitas opções possíveis, o surf tem-se destacado nos últimos anos e estima-se que haja 23 milhões de praticantes em todo o mundo.

 A modalidade contribui para o bem-estar, estimula o sistema imunitário, equilibra os níveis de serotonina e contribui para a redução do stress, além de promover um contacto próximo com a natureza, sendo que Portugal é um país particularmente propício para a prática do surf.



Tenha um sono de qualidade: 


O sono é muitas vezes descurado, mas uma boa noite de sono é essencial para uma boa qualidade de vida. Mais do que a quantidade de horas que dormimos, o que é realmente importante é a qualidade do sono, que ajuda na recuperação do corpo e da mente, dando-nos energia para enfrentar um novo dia.


Evite maus hábitos:


Evite coisas que são prejudiciais à saúde como é o caso do tabaco, do álcool e do açúcar. 


Faça check-ups regulares:

 Ir ao médico regularmente é muito importante para garantir que está tudo bem consigo e que está no caminho certo para uma vida saudável. 

Por isso mesmo, faça check-ups médicos e rastreios regulares e siga as orientações do seu médico.


Tire tempo para si: 

Aproveite para estar na sua companhia, sem se preocupar ou pensar em algo.

 Vá passear, apanhar ar puro e luz solar, leia um livro ou aproveite para tratar de si. 

Tirar tempo para estarmos connosco é essencial e irá, certamente, sentir-se melhor.


Lembrar de ser alegre e feliz a cada dia: 

Evite ambientes de stress, pessoas mais negativas e faça por melhorar a sua vida.







domingo, 16 de julho de 2023

Alzheimer - “Esta é uma era bastante emocionante: podemos ter a cura nos próximos anos”

 


“Esta é uma era bastante emocionante: podemos ter a cura nos próximos anos”



O que se pensava que era a causa, agora pensa-se que será a consequência de algo que começa muito antes.



O que boa parte da comunidade científica pensava que sabia sobre o Alzheimer, afinal, não estava correcto.

O que os cientistas imaginavam ser a causa, parece agora uma consequência de um processo que começa muito antes.


A Globo deixa a questão:


 O que é determinante para o surgimento do Alzheimer: a genética ou o nosso estilo de vida?

Primeiro, a análise deixa um trio de dicas essenciais para evitar a doença: actividade física, alimentação saudável, controle do colesterol.

Em relação ao desenvolvimento da doença, numa primeira fase há alterações de memória, de personalidade e das habilidades visuais e espaciais.

Depois podem surgir agitação, insónia, dificuldades na fala e em cumprir tarefas simples e em coordenar movimentos.

Na terceira fase, a deficiência motora agrava-se, a pessoa não consegue falar, nem engolir, e nunca mais sai da cama.


Cura está próxima?


Como se sabe, não há cura para o Alzheimer. 

Mas Cláudia Suemoto, professora de Geriatria, está confiante: 

“Estamos a viver uma era bastante emocionante e com grande promessa de, talvez, ter a cura nos próximos anos“.

Entre tantos estudos (e tantos investimentos), destacaram-se as conclusões de uma análise profunda liderada por John Hardy, professor e investigador.

Hardy defende – numa teoria aceite pela generalidade dos especialistas – que a grande maioria dos pacientes de Alzheimer tem o cérebro envolvido por placas de uma proteína chamada beta-amiloide.

Essas placas vão tomando conta do espaço e impedem a passagem dos impulsos nervosos de um neurónio para o outro.

Isso provoca uma espécie de curto-circuito no sistema nervoso central (os neurónios são as células mais importantes do cérebro)

Mesmo após a descoberta da mutação no DNA que causa esse acumular da proteína beta-amiloide, faltam esclarecimentos sobre as causas do Alzheimer. 

E a descoberta de uma cura está a demorar “muito mais do que imaginava”, admitiu o autor do estudo.

Numa doença complexa, complicada de combater, a grande maioria dos novos remédios criados para combater o Alzheimer ataca justamente as placas.


Mas há um entrave: ou não eliminam os sintomas, ou só os aliviam parcialmente.


É preciso descobrir mais. 

E, nesse contexto, já se verificou que esse acumular de placas no cérebro é só um dos factores da doença.

Outros estudos centram-se nas células de defesa, as micróglias – funcionam como aspiradores de pó para tirar a sujeira do cérebro.

Outros estudos recentes centram-se na proteína Tau, que cria “emaranhados” dentro dos neurónios.

Voltando à cura… é complicado apontar uma data exacta.




sexta-feira, 14 de julho de 2023

Prevenindo infecções de feridas cirúrgicas

 


Prevenindo infecções de feridas cirúrgicas


Até um em 20 pacientes submetidos a cirurgia irá desenvolver infecção de sítio cirúrgico (SSI)1, portanto, é vital proteger as feridas cirúrgicas no pós-operatório


A SSI e outras complicações cutâneas podem interferir com o processo de cicatrização normal – levando a hospitalização prolongada e ainda à necessidade de outra cirurgia 2 3  – assim como dor e desconforto para os pacientes .


Fatores de risco de SSI relacionados às coberturas


As feridas cirúrgicas, assim como outras feridas, são um ambiente ideal para patógenos. Logo que o paciente deixa o centro cirúrgico, uma série de fatores relacionados ao uso de coberturas de ferida pode aumentar o risco de infecção da ferida.

As trocas de coberturas estão associadas ao risco de infecção: quantas mais vezes as coberturas forem trocadas, mais exposta estará a ferida à contaminação .

Um gerenciamento deficiente do exsudato é também um fator de risco. Os exsudatos das feridas contêm material originário de microrganismos contaminantes .

Se não forem gerenciados de modo eficaz, existe um maior risco de resultarem em lesões relacionadas à umidade (ou seja, maceração) e contaminação bacteriana da ferida, em particular se houver vazamento para fora da cobertura .

Os danos à pele ao redor da ferida também estão associados à infecção. Por exemplo, as fitas adesivas que são usadas para fixar coberturas tradicionais estão associadas ao desenvolvimento de bolhas .

 Quando as bolhas arrebentam, existe risco acrescido de infecção .


Prevenindo a infecção de feridas cirúrgicas


Fornecemos aos profissionais de saúde o conhecimento das melhores práticas e apoio especializado para ajudá-los a reduzir o risco de infecções de sítio cirúrgico (SSI).


Minimizando a frequência de troca de coberturas


Os especialistas estão de acordo de que, idealmente, as coberturas de feridas devem ser deixadas colocadas tanto tempo quanto possível – pelo menos, sete dias após a cirurgia – contanto que não haja sinais de secreção excessiva ou infecção excessiva da ferida . 

Nós acreditamos que o risco de contaminação da ferida a partir do meio ambiente externo possa ser reduzido, mantendo um mínimo de número de trocas de cobertura.

Ao trocar as coberturas com menos frequência, poderá ajudar a reduzir o risco de trauma da ferida e periferida e de a pele ganhar bolhas  .


Escolhendo entre as coberturas de feridas


A cobertura ideal da ferida deve manter um ambiente tépido, úmido para a cicatrização – e gerenciar o exsudato de modo eficaz para que a cobertura possa ser deixada na ferida tanto tempo quanto possível  .

Para proteger a área de periferida e prevenir a formação de bolhas na pele, a cobertura não deve aderir à ferida e, sim, delicadamente à pele ao redor. 

Deve ser fácil de aplicar e de remover, assim como deve ser flexível  .





terça-feira, 30 de agosto de 2022

Quanto mais puro o azeite, mais antioxidantes ele contém e mais benefícios entrega à saúde

 


Azeite faz bem para o coração; veja mais 8 benefícios dessa gordura boa



O azeite é o óleo extraído da azeitona, o fruto da oliveira.


 Essa árvore é uma das mais antigas conhecidas do mundo, sendo cultivada antes da invenção da escrita. Por isso, sabe-se que o consumo do azeite é milenar, mas não se tem conhecimento desde quando ele passou a fazer parte das refeições.

Já foi usado também para aliviar dores e curar feridas em guerras. 

 E o azeite é o melhor exemplo de que nem toda gordura faz mal. Devido às propriedades benéficas ao organismo, os mediterrâneos o apelidaram de "ouro líquido".

Há diferentes versões de azeite próprias para o consumo. 

O azeite extravirgem é considerado o mais saudável e tem sabor e aroma bem definidos. 

O virgem possui os mesmos benefícios que o extravirgem, porém, o teor mais alto de acidez resulta em gosto e aroma inferiores.

 O refinado apresenta baixa qualidade, mas ainda mantém ácidos graxos na composição. E o azeite de oliva é a mistura do refinado com o virgem ou óleo de soja.

O azeite possui gorduras monoinsaturadas, ômega 9, vitaminas E, A e K, ferro, cálcio, magnésio, potássio e aminoácidos. Além de propriedades antioxidantes que proporcionam vários benefícios à saúde. No Brasil, o azeite é usado com frequência para temperar saladas e em carnes, pois realça o sabor dos alimentos. Conheça os benefícios desse óleo.


1. Possui propriedades anti-inflamatórias


Uma pesquisa publicada na revista científica Nature mostrou que o azeite extravirgem possui um composto anti-inflamatório natural que inibe a atividade de enzimas envolvidas na inflamação e na dor do mesmo modo que o ibuprofeno, medicamento anti-inflamatório frequentemente usado para aliviar dores de cabeça, garganta e musculares. 

O consumo regular do ingrediente ofereceria conforto para quem sofre dessas e outras dores crônicas, como nas articulações e nas costas.


2. Previne doenças cardíacas


Por ser rico em ácidos graxos monoinsaturados (ômega 9), o consumo regular de azeite contribui para a redução do colesterol ruim (LDL) e elevação do bom (HDL). Ele também é rico em polifenóis, compostos que respondem pelo sabor característico, além de terem ação antioxidante e preventiva de doenças cardiovasculares.

Sabe-se que taxas elevadas de LDL contribuem para a formação de placas de gordura que bloqueiam o fluxo sanguíneo e podem levar a infartos e ao AVC (acidente vascular cerebral). 

Uma revisão de estudos que contou com mais de 840 mil pessoas comprovou que o azeite era a única fonte de gordura monoinsaturada que contribuía para a diminuição do risco de AVCs e doenças cardíacas.


3. Reduz o risco de diabetes


Um estudo publicado na revista científica Diabetes Care concluiu, após quatro anos de acompanhamento, que uma dieta suplementada com azeite de oliva diminuiu a incidência de diabetes tipo 2 em pessoas com alto risco de problemas cardiovasculares. 

A incidência de diabetes foi reduzida em 51% naquelas pessoas que consumiram o azeite em comparação com quem teve uma dieta com baixa ingestão desse tipo de óleo. 

Sabe-se que o azeite proporciona efeitos benéficos no açúcar no sangue e na sensibilidade à insulina.


4. Protege o cérebro


O azeite contém antioxidantes que estão relacionados ao bom funcionamento e preservação do cérebro.

 Essas substâncias são eficazes na prevenção de danos causados pela oclusão de artérias cerebrais, como AVCs. Ainda estão sendo realizadas pesquisas que investigam a possibilidade de o azeite contribuir na melhora de funções cognitivas. 

A explicação para esse benefício seria um composto presente no óleo, o hidroxitirosol, capaz de impedir a degeneração dos neurônios e, com isso, retardar o processo de envelhecimento cerebral.


5. Melhora os sintomas de artrite reumatoide


A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica, autoimune, que afeta as articulações. 

O consumo de alimentos como frutas e cereais integrais e gorduras benéficas, como o azeite, pode minimizar os sintomas da inflamação.

 O azeite de oliva extravirgem está relacionado à redução de dor crônica.

 Um trabalho da Universidade Estadual de Londrina mostrou que o azeite e o óleo de peixe melhoraram a dor e a rigidez nas articulações em pessoas com artrite reumatoide.


6. Faz bem para os ossos


O consumo regular de azeite também favorece a saúde dos ossos. 

A presença da oleuropeína colabora para aumentar a quantidade de osteoblastos, as células que formam o tecido ósseo. Além disso, a presença da vitamina K ajuda a manter os ossos resistentes a fraturas.


7. Pode diminuir o risco de depressão


As pessoas que consomem mais gorduras mono e poli-insaturadas, como as presentes no azeite, têm risco menor de depressão, de acordo com uma pesquisa publicada no PLoS ONE. Foram avaliados 12 mil voluntários durante seis anos. 

Os pesquisadores mostraram que quem comeu mais gorduras trans, em vez de uma dieta com uso de azeite, teve risco 48% maior de desenvolver depressão.


8. Previne a colite ulcerativa


A colite ulcerativa é uma doença inflamatória intestinal (DII) que afeta o intestino grosso.

 De acordo com uma pesquisa realizada no Reino Unido com 25 mil pessoas com idades entre 40 e 65 anos, o consumo de azeite pode ajudar a diminuir o risco da doença. 

Isso ocorre devido ao ácido oleico, um componente do azeite. Os voluntários tiveram um risco 90% menor de desenvolver colite.


9. Retarda o envelhecimento

O azeite de oliva possui uma série de compostos antioxidantes que reduzem a formação de radicais livres. O consumo regular previne o estresse oxidativo, que é responsável pelo envelhecimento precoce das células de todas as partes do corpo.


Benefícios em estudo


- Pode evitar o Alzheimer: a doença neurodegenerativa causa deterioração das funções cerebrais e prejudica a memória e a linguagem.

 Uma das suas características é o acúmulo de placas beta-amilóides nas células do cérebro. 

Um estudo realizado com cobaias mostrou que uma substância presente no azeite (oleocanthal) pode remover essas placas e prevenir a doença. 

Mas ainda faltam estudos com humanos que comprovem a relação do azeite com a diminuição do risco de Alzheimer.


9. Retarda o envelhecimento


O azeite de oliva possui uma série de compostos antioxidantes que reduzem a formação de radicais livres. 

O consumo regular previne o estresse oxidativo, que é responsável pelo envelhecimento precoce das células de todas as partes do corpo.


Benefícios em estudo


- Pode evitar o Alzheimer: a doença neurodegenerativa causa deterioração das funções cerebrais e prejudica a memória e a linguagem. 

Uma das suas características é o acúmulo de placas beta-amilóides nas células do cérebro. 

Um estudo realizado com cobaias mostrou que uma substância presente no azeite (oleocanthal) pode remover essas placas e prevenir a doença. 

Mas ainda faltam estudos com humanos que comprovem a relação do azeite com a diminuição do risco de Alzheimer.



Formas de consumo


A ingestão recomendada de azeite é de, no máximo, duas colheres de sopa por dia (o equivalente a 30 g). A orientação dos especialistas é evitar usar o óleo para refogar ou fritar os alimentos. 

Isso porque, ao aquecê-lo, perdem-se suas propriedades antioxidantes e o efeito anti-inflamatório, ainda que não haja malefícios à saúde.

O azeite pode ser consumido in natura para finalizar preparações como saladas, legumes cozidos e pratos quentes com peixe, carne e aves.

 Pode-se consumi-lo também com pão como substituto saudável para margarina ou manteiga. 

Não há contraindicações para o consumo, desde que seja com moderação.

Na hora da compra, opte pelo produto que venha em embalagem escura ou de vidro. 

Ela impede a entrada da luz e não compromete as propriedades do alimento.

 Prefira os azeites puros, sem mistura com outros óleos. Por isso, não se esqueça de olhar o rótulo na hora da compra.







Dia Mundial da Adesão - 40% dos doentes em Portugal não cumprem a medicação de forma consistente

  Dia Mundial da Adesão 40% dos doentes em Portugal não cumprem a medicação de forma consistente      Cerca de 35% dos inquiridos não fala c...